terça-feira, 23 de novembro de 2010

Desenhistas: Edmundo Rodrigues

terça-feira, 23 de novembro de 2010 9
Mestre Edmundo Rodrigues: nos anos 60 e nos dias de hoje.

Às vezes me pego lembrando de minhas primeiras experiências com os lápis, o traçado... tenho a impressão de que nasci com um lápis HB em punho. Mas fico imaginando se não tivesse tido orientações pra conduzir essa habilidade... Cursos, livros, muito desenho nas horas livres... Me lembro com carinho do primeiro livro de desenho que ensinava construções passo a passo que tive em mãos: "Como começar a desenhar" de Edmundo Rodrigues.
Me lembro que adorava esse livro e quantas vezes refiz os passos de cada construção! Foi nele que aprendi a necessidade do esboço para um melhor domínio da habilidade de desenhar. Também percebi a simplicidade dos traços e formas que podem construir qualquer coisa que sua imaginação possa criar.
Costumo falar que Mestre Edmundo Rodrigues foi meu primeiro professor de desenho, muito embora ele não me conheça e eu nunca o tenha conhecido pessoalmente.

Como Começar a Desenhar © Edmundo Rodrigues - 1963-65, publicado pela Tecnoprint/Ediouro


Me lembro que perdi este livro há muitos anos e só recentemente, coisa do ano passado, consegui adquirir um outro exemplar desta fantástica obra num sebo em São Paulo, uma vez que o título não está mais disponível na Ediouro.
Impressinante que na era dos scans, jamais alguém tenha pensado em gerar um arquivo PDF dessa jóia rara que, acredito, deveria ser ítem obrigatório para toda criança que queira realmente aprender a desenhar.


Como Começar a Desenhar © Edmundo Rodrigues - 1963-65, publicado pela Tecnoprint/Ediouro

Impressionante também, que um gênio como Edmundo Rodrigues, com uma obra tão vasta (confira sua biografia e material publicado nessa excelente postagem no site Gibindex) tenha tão pouca informação sobre ele na net.
Nasceu em 10 de Janeiro de 1935, no Estado do Pará onde permaneceu até os cinco anos quando foi para o Rio De Janeiro. Estudou em vários cursos de artes, até o conceituado curso de Comics da Escola Continental de Hollywood nos EUA. No Rio, estudou no Liceu de Belas Artes. Começou a publicar em 1947, aos 14 anos. Em 1967 muda-se para São Paulo e vai morar na Aclimação, trabalhando para várias editoras da cidade.
O artista hoje mora no Rio De Janeiro, no Bairro do Leme.
Trabalhou na revista Calafrio, escrevendo e desenhando histórias de terror.
Sua criação feminina mais famosa e conceituada é Irina, A Bruxa. Clássico dos quadrinhos de terror brasileiros, Irina foi publicada originalmente em 1967 pela editora Taika. Nos anos 80 a editora Bloch publicou Irina em cores.
Abaixo vemos Irina, de 1967, e duas outras criações suas: Carrasco, de 1968, e Máscara de Prata, de 1973, encontrados no blog HQQUADRINHOS (que faz um excelente trabalho de resgate dos super-heróis Made in Brazil).

Irina, a Bruxa © Edmundo Rodrigues - 1967, publicado em HQQUADRINHOS


Carrasco © Edmundo Rodrigues - 1968, publicado em HQQUADRINHOS


Máscara de Prata © Edmundo Rodrigues - 1973, publicado em HQQUADRINHOS


Além do "Como começar a desenhar", Mestre Edmundo publicou uma porção de livros para desenho e arte pela Ediouro, como "Como utilizar corretamente a perspectiva no desenho" e "Manual Ilustrado de Estilos Artísticos".

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Grafite: Tag Sketches

quinta-feira, 4 de novembro de 2010 0

Tag 03 © Fabio Vicente - 2008.


Tag 02 © Fabio Vicente - 2008.



Tag 01 © Fabio Vicente - 2008.

Exercitando um pouco a arte mural, criando exemplos para serem usados em aula, quando iria abordar o grafite como expressão artística, lá pelos idos de 2008, fiz o esboço de três tags/throw ups/bombings - seja lá qual for o nome do que eu posso chamar esse estudo - inspiradas em meu nome, que eram a proposta da atividade em sala. Como o resultado ficou interessante, guardei os sketches que você vê aqui nesta postagem. Ficou boiando nos termos acima? Leia o Wiki sobre Grafite que tá bem explicadinho.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pintura: Ferrari Enzo, Passo a Passo

quarta-feira, 3 de novembro de 2010 0

Ferrari Enzo - Ferrari™ © Fabio Vicente - 2007.
80 X 60 cm - Coleção particular

Não é uma reprodução fiel desta "macchina"... é mais uma caricatura automobilística que fiz de presente pro meu filho. Caricatura de automóvel? É. Mantém a mesma linguagem gráfica das minhas telas anteriores: as pinceladas grossas, acabamento com toques de hachuras sutís nas sombras e nos brilhos e contorno evidente. Se você esperava hiper-realismo é uma decepção... Mas meu talento não chega a tanto. Prefiro manter-me fiel ao meu estilo tosco, por enquanto. Pode torcer o nariz. Já me perguntaram se eu faria desses pra vender e fico pensando quem iria comprar... Não que não tenha ficado satisfeito. Saiu exatamente do jeito que planejei. Mas acho que em matéria de carros as pessoas gostam de um estilo mais fiel à realidade. Já esteve na parede do quarto de meu filho, que é fanático por carros - e Ferraris - desde bebezinho. Como ele divide o quarto com a irmãzinha agora, o quadro foi para a sala. Mas continua sendo dele.


Hot Wheels® e Ferrari™ © 2007 - Mattel, Inc.

Como não se trata de uma reprodução fiel, busquei uma miniatura pra copiar as linhas gerais do automóvel. Para uma reprodução hiper-realista o melhor é trabalhar com referências fotográficas em várias posições.


© Fabio Vicente, 2007

A primeira fase do trabalho é o esboço. Não tenha pressa e procure captar os detalhes principais do tema a ser trabalhado. Trabalhei com um painel de 80 X 60 X 3 cm e esbocei com lápis 2B, com a ponta não muito fina.


© Fabio Vicente, 2007

Ao desenhar numa tela - ou painel, como é o caso - os traços têm que ser mais precisos, pois o excesso de grafite aparece na transparência da tinta acrílica. Evite ficar apagando: 1. Tecido não apaga direito: borra; 2. ao apagar você força a fibra do tecido e o afundamento na tela não desaparece mais.


© Fabio Vicente, 2007

Detalhes que achei que ficariam bacanas: um logo estilizado no canto superior...


© Fabio Vicente, 2007

...e o nome abaixo, como uma assinatura, pra ficar com cara de figurinha, uma vez que o painel foi criado para meu filhão.


© Fabio Vicente, 2007

Uma tática que usei pra preservar as áreas a serem trabalhadas depois foi mascarar as bordas com fita crepe.


© Fabio Vicente, 2007

Graças a esse recurso foi possível realizar as manchas do fundo e e da faixa central sem perigo de borrar sobre o carro. Uma mancha em tinta à óleo é perfeitamente contornável, mas a tinta acrílica é mais ingrata, por sua relativa transparência. Principalmente quando se usa uma diluição próxima à textura de um iogurte líquido, que é o jeito que costumo trabalhar.


© Fabio Vicente, 2007

Acrescente à essa equação a velocidade do trabalho: devido à secagem rápida da tinta a probabilidade de acidente é grande. Portanto, a máscara ajuda muito. Para fazer as faixas verde e vermelha usei o mesmo recurso de mascarar com fita crepe sobre as áreas de tinta seca. Uma mancha agora iria estragar o fundo do trabalho, pois ia ser tinta sobre tinta!


© Fabio Vicente, 2007

Neste detalhe vemos uma área de pintura após a retirada da fita crepe. Perceba que a segurança de se evitar a mancha não é 100%... na faixa vermelha a área sem tinta não ficou tão protegida quanto na faixa verde, mas as pequenas manchas são mais fáceis de disfarçar, principalmente se o estilo de pintura trabalha com contornos no final, como é o caso.


© Fabio Vicente, 2007

Na parte inferior do carro, antes de retirar as fitas além de trabalhar a mancha do fundo do quadro e das faixas, procurei fazer a sombra do carro com o pincel chato largo (nº 24), com leves toques inclinados, em cada área de cor separadamente. Na área branca, com azul e cinza; na vermelha, com preto e marrom; na verde, com azul escuro e um verde acinzentado... toda gama de cores deve ser planejada antes e preparada de uma vez só, porque a tinta seca rapidamente.


© Fabio Vicente, 2007

Para o carro, trabalhei com pincéis menores, variando entre os números 0, redondo, e 4, 8, 10, 16 e 24, todos chatos, que são os de minha preferência. A mesma dica cabe aqui: a cor do carro, dos brilhos, sombras e reflexos devem ser criados de uma vez só. Detalhes como os vidros, os faróis e as rodas são feitos separadamente. Planejar as fases economiza muito as tintas.




© Fabio Vicente, 2007

Nestes 2 detalhes dá pra perceber bem o estilo empregado onde eu trabalho contornos e leves hachuras nos brilhos e nas sombras. depois de trabalhar os detalhes da carroceria e dos vidros é que eu vou para os faróis e as rodas.


© Fabio Vicente, 2007

O logo no canto foi trabalhado como uma mancha, com brilhos, sombras e hachuras leves para combinar com o resto do quadro.


© Fabio Vicente, 2007

Detalhes finais como faróis e o logo na carroceria são as últimas coisas a acrescentar.


© Fabio Vicente, 2007

Por fim, todo painel exige pintura lateral, pois não necessita de moldura, como as tradicionais telas. sua espessura mais larga e o acabamento em grampos no verso, ao invés da lateral como nas telas, dão um toque de simplicidade que sempre me agradaram muito. Daí minha preferência por painéis ao invés de telas.


Ferrari Enzo - Ferrari™ © Fabio Vicente - 2007

Acrescento a escrita abaixo, assino e... VOILA! Está concluído.

É isso.

sábado, 30 de outubro de 2010

Pintura: Retratos de Família

sábado, 30 de outubro de 2010 2
Tenho retomado aos poucos minhas pinturas... o processo sempre é meio maluco. Não me dei bem com a tinta à óleo e hoje entendo o porquê: faço a pintura de uma tacada só, pouco importa quanto tempo leve. Me angustia ver o quadro inacabado. Escolhi a acrílica pela transparência e pela secagem. Dá pra trabalhar por camadas, ir ajeitando, manchando, mas sem a angústia da espera da secagem. Mas a rapidez do processo é meio maluca... Vou pintando e às vezes me surpreendo com os efeitos que obtenho. Em breve vou republicar uns "step by step" de algumas pinturas que, para quem acompanha a jornada desse blog desde os tempos de outros provedores, não verá novidade, mas são bem didáticos e se encaixam perfeitamente no espírito dessa página. Para inaugurar estas postagens e meio que justificar minha ausência nos últimos meses, coloco dois painéis que pintei para minha família. O primeiro deles, de 2002, estamos eu, minha esposa Adriana e meu filho Pedro, no ano do nascimento dele. No dia das mães desse ano, pra comemorar de uma maneira especial, uma vez que somos pais novamente, fiz este segundo painel, com nós três (o Pedrão trocando os dentes) e nossa princesinha Lígia. Nada realista, com um forte toque caricato, mas eu adoro o resultado de ambos. O primeiro bem pop art. O segundo mais retratístico (embora caricato). Se quiser um igual, com sua família, entre em contato que eu faço um orçamento.


Retrato de Família © Fabio Vicente
Acrílica sobre painel, 60 X 40cm, 2002
Coleção Particular


Retrato de Família 2010 © Fabio Vicente
Acrílica sobre painel, 100 X 80cm, 2010
Coleção Particular

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Os Caminhantes: marca, mascote e trilhas

quinta-feira, 28 de outubro de 2010 3
Pra quem gosta de longas caminhadas apreciando a natureza tem a obrigação de visitar o blog Os Caminhantes, dos amigos João, Márcia e Júlia. Lá você encontra dicas de roteiros em cidades diversas, com sugestões de hospedagem, passeios, alimentação, etc... com a experiência de quem já esteve por lá, testou e aprovou. Os amigos estão começando a alçar voos maiores e já começaram a investir no que sempre curtiram fazer, portanto encomendaram para este que vos escreve a marca e o mascote que pretendem começar a utilizar em ações promocionais. O resultado agradou a eles, mas principalmente a mim, que acho que nunca criei uma marca tão bonita e eficiente, direta ao ponto e focada na aplicação. Modéstia à parte. Também incluso no pacote foi-me encomendado o design de um personagem, um ogro caminhante, com uma paixão imensa pelas trilhas desse mundo afora, bastante parecido com a personalidade do amigo João. O resultado taí e é mais um bom motivo para os fiéis leitores deste humilde blog visitarem a página da "Ogroturma", como eles mesmos dizem.



Os Caminhantes e o Mascote Ogrotur © OsCaminhantes, 2010 - Fabio Vicente

sábado, 23 de outubro de 2010

Um menino maluquinho chamado Ziraldo

sábado, 23 de outubro de 2010 0


Quem acessou o Google no dia de hoje deparou com esta justa homenagem ao aniversário do mais famoso personagem de um dos maiores desenhistas brasileiros.

O Menino Maluquinho é um livro infanto-juvenil brasileiro de 1980 criado pelo desenhista e cartunista mineiro de Caratinga conhecido por Ziraldo.

Apresenta as histórias e invenções de uma criança alegre e sapeca, "maluquinha". São cartuns e atividades que descrevem liricamente o sabor da infância.

O livro se tornou um sucesso, tendo vendido até dezembro de 2006 mais de dois milhões e meio de exemplares, sendo conhecido por inúmeras crianças, servindo de inspiração para uma peça teatral, filmes, histórias em quadrinhos e uma série de TV de mesmo nome. Também é utilizado por algumas escolas no incentivo à leitura.

No dia 24 de outubro de 2010, o personagem completa 30 anos, na mesmo dia do aniversário de seu criador, Ziraldo, que completa 78 anos.



Ziraldo, by Ziraldo

Ziraldo Alves Pinto (Caratinga, 24 de outubro de 1932) é um cartunista, chargista, pintor, dramaturgo, escritor, cronista, desenhista e jornalista brasileiro. É o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho, e, atualmente, um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil.

Ziraldo passou toda a infância em Caratinga. É irmão do também desenhista, cartunista, jornalista e escritor Zélio Alves Pinto e também de Ziralzi Alves Pinto, seu grande amigo. Estudou dois anos no Rio de Janeiro e voltou a Caratinga, tendo concluído o módulo científico (atual ensino médio). Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1957. Seu talento no desenho já se manifestava desde essa época, tendo publicado um desenho no jornal Folha de Minas com apenas seis anos de idade.

Começou a trabalhar no Jornal Folha de Minas, de Belo Horizonte, em 1954, com uma coluna dedicada ao humor. Ganhou notoriedade nacional ao se estabelecer na revista O Cruzeiro em 1957 e posteriormente no Jornal do Brasil, em 1963. Seus personagens (entre eles Jeremias, o Bom; a Supermãe e o Mirinho) conquistaram os leitores.

Em 1960, lançou a primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor, Turma do Pererê, que também foi a primeira história em quadrinhos a cores totalmente produzida no Brasil. Embora tenha alcançado uma das maiores tiragens da época, Turma do Pererê foi cancelada em 1964, logo após o início do regime militar no Brasil. Nos anos 70, a Editora Abril relançou a revista, desta vez, porém, sem o sucesso inicial.

Em 1969, Ziraldo recebeu o "Nobel" Internacional de Humor no 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas e também o prêmio Merghantealler, principal premiação da imprensa livre da América Latina.

Foi fundador e posteriormente diretor do periódico O Pasquim, tabloide de oposição ao regime militar, uma das prováveis razões de sua prisão, ocorrida um dia após a promulgação do AI-5.

Em 1980, lançou o livro "O Menino Maluquinho", seu maior sucesso editorial, o qual foi mais tarde adaptado na televisão e no cinema.

Incansável, Ziraldo ainda hoje colabora em diversas publicações, e está sempre envolvido em novas iniciativas. Uma das mais recentes foi a "Revista Bundas", uma publicação de humor sobre o cotidiano que faz uma brincadeira com a revista "Caras", esta, voltada para o dia-a-dia de festas e ostentação da elite brasileira. Ziraldo foi também o fundador da revista "A Palavra" em 1999.

Ilustrações de Ziraldo já figuraram em publicações internacionais como as revistas Private Eye da Inglaterra, Plexus da França e Mad, dos Estados Unidos.

Ziraldo é pai da cineasta Daniela Thomas e do compositor Antonio Pinto.
Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Você conhece o Tapajós?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010 11
Um parto.
E não é o da minha filha, que já está com dez meses...
É o nascimento de uma HQ.
Demorou, mas saiu.
Conhece o Aquário de São Paulo, no Ipiranga, em São Paulo?
Passeio obrigatório pra levar a criançada e diversão garantida. E desde o ano passado conta com um novo morador num tanque com quase 1 milhão de litros de água: Tapajós, um peixe-boi da Amazônia.
Tapajós é um jovem que no passado teve sua vida marcada por uma tragédia. Muito pequeno, passeava com sua mãe pelo Rio Negro num lindo dia de sol amazonense quando repentinamente surgem dois homens que tentam tira-lo de sua mãe. Ela bravamente luta para defendê-lo mas acaba sendo assassinada por um deles.
Tapajós consegue fugir, porém muito frágil e faminto não vai longe. Por sorte, ele é salvo por moradores ribeirinhos que o encaminham para uma instituição que abriga outros órfãos como ele, vítimas do mesmo tipo de crime.
É ali que Tapajós passa sua infância com os outros cuja história é semelhante à sua. Ele cresce e hoje, ainda jovem, quer contar para o Brasil a sua história para que, nessa instituição, eles sejam as últimas vítimas desse crime.
Esse é o enredo da HQ encomendada pelo amigo Anael Fahel - que já fez outras parcerias conosco desde os anos 90 ("Sonho" - Amazonas Promoções, "Lá-Do-Sol" - Planetário Mundo Estelar) sempre levando diversão e educação para a criançada - que finalmente foi concluída.
Veja abaixo os Model Sheets de Tapajós e de seus amigos Tupinambá e Iara, bem como a arte de duas páginas da HQ.


Tapajós © Aquário de São Paulo, 2010 - Fabio Vicente



Tupinambá © Aquário de São Paulo, 2010 - Fabio Vicente


Iara © Aquário de São Paulo, 2010 - Fabio Vicente



Tapajós: Uma viagem ecológica © Aquário de São Paulo, 2010 - Fabio Vicente

O maior mamífero aquático de água doce do mundo é uma das mais ameaçadas espécies em extinção: mesmo com proibição legal ainda hoje são cruelmente caçados, mortos com arpões, pauladas ou mesmo asfixia, para a exploração de sua carne, couro e gordura. Vá visitar o Aquário, para ver o bicho bem de perto! É uma emoção única.
Diversos institutos e organizações, como o INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e a AMPA (Associação Amigos do Peixe-boi da Amazônia) trabalham pesado acerca da conservação desses animais, utilizando como ferramenta à educação ambiental, principalmente através da conscientização das comunidades ribeirinhas para que não haja mais exploração do peixe-boi.
Nada melhor do que retomar as postagens por aqui com um trabalho totalmente novo e com um objetivo tão nobre.
E não me esqueci das aulas de desenho... agora, com um pouco mais de tempo livre, retomaremos as lições do ponto onde paramos... aguardem!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cartoon, Model Sheet & Stuff

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 7
De Long Island, USA, encontramos esse blog, pertencente a Kevin Langley, fanático por animação e quadrinhos clássicos. Cartoon, Model Sheet & Stuff é um blog recheado de referências aos mestres da animação. Vale um passeio por lá.
Destaco esta sequência de Model Sheets do clássico Peanuts, de Charles Schulz, postada no ano passado por lá.

Quer ler as tiras? Clique aqui.
Quer ler frases famosas de Schulz? Então o link é esse.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Peanuts © Charles Schulz.

Pra quem está com saudade das aulas, ando bastante ocupado, mas não esqueci de vocês... Fico angustiado por que ainda não coloquei o próximo tema no ar, mas em breve teremos novidades.

Abraço!
 
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